Friday, August 27, 2010

E se as tuas borboletas nunca morrerem no meu estômago?

É como se de repente tudo parasse, e eu só conseguisse pensar em ti. Acho que é nesse momento que sei que estás por perto. E então começo a ensaiar o meu melhor sorriso, a escolher as melhores palavras e a fingir que o facto de estares ali tão perto me é indiferente. No meio disto tudo, passa-me pela cabeça que provavelmente estou a tremer e que se tentar mexer, nem que seja um músculo, toda a gente vai perceber que a minha indiferença é uma mentira. Penso também que as borboletas que tenho no estômago batem as asas com tanta força que é impossível que alguém ainda não saiba que eu estou completamente apaixonada por ti. Parece-me impossível disfarçar seja o que for, até porque quando olhares para mim, o que acaba por acontecer mais cedo ou mais tarde, vais saber a verdade, ou não me lesses tu por dentro como ninguém.
Então, quando finalmente tenho que olhar para ti, começo a tentar controlar todos os meus movimentos, o meu coração acelera e chega aos mil por hora. E quando parece que vai explodir, olho para ti e sorrio o melhor que posso, na esperança de estar ligeiramente invisível, para que os nossos olhos não se encontrem nem por um segundo. Caso contrário, nunca mais vou conseguir acabar com as borboletas.

you make me feel like home is where you are

Honey I just can't get around it anymore
You make me feel like home is where you are
And baby I just can't run around it every morn'n
It's time that I believe it, home is where you are

Sunday, February 07, 2010

We had a promise made
We were in love

(...)

And you, you knew the hands of the devil
And you, kept us awake with wolf teeths
Sharing different heartbeats
In one night




(heartbeats)

Saturday, January 16, 2010



Fico embalada no meu próprio sorriso, que aparece cada vez que pode para ter a certeza de que o vês, pelo menos mais uma vez. Nem que seja no reflexo do vidro ou de perfil, no meu pior lado. O importante é que o vejas, porque assim vais ter que te lembrar. Não podias deixar de te lembrar se me visses sorrir. Eu não consigo esquecer-me, de cada vez que te vejo sorrir.

Sunday, December 13, 2009

A ferida já cá estava. Mesmo que tudo se esclarecesse, ficaria sempre a hipótese de uma dor futura. E o que era pior afinal, o sofrimento que se antecipa ou sofrer realmente depois? Em antecipar havia talvez um pouco de esperança que o tempo seguisse outro caminho, perdesse o eléctrico, se enganasse no cruzamento. Mas não, não era esperar que eu queria, melhor cortar o mal pela raíz.

Regresso a Barcelona.
Luís Soares.

Sunday, November 15, 2009


One night of magic rush
The start a simple touch
One night to push and scream
And then relief


(heartbeats)

Thursday, August 27, 2009

everyday



I come in here, i sit in silence and hear the echos that who we used to be. I wish for patience and grace, and strength to let him be happy. And, mostly, i pray for strenght to dont´t make his life worst because of i want.
That´s the hardest part, let him go.

Thursday, August 13, 2009

Eu sempre me recusei a sofrer. Se alguma coisa ou alguém me feria, apagava-o do meu horizonte. É um método que não te aconselho. Não nos curamos das desilusões sufocando-as no fundo do coração. Tens de resolver os teus problemas sem medo. Passa depressa, vais ver.